Sexualidade nas relações

Sexualidade nas relações

Por: Psicóloga Patricia Figueiredo- CRP 06/96792

Vamos falar de relações sexuais neste artigo e de sua importância
para a intimidade e conexão dos casais.
Seigh em se livro “Amigos y amantes: Trabajando las relaciones
humanas” traz que ao viver com outra pessoa, especialmente quando se
compartilha a cama e mais ainda se tem relação sexual, a organização vital
dos amantes se une.

Segundo a Antroposofia, Fintelmann em seu livro Médecine Intuitive”
explica que a organização vital do ser humano está presente nas plantas, nos
animais e no ser humano. A manifestação da organização vital se dá no
crescimento, na nutrição, regeneração e reprodução, e sua atividade
apresenta uma forte ligação com todos os processos rítmicos do corpo. Outra
manifestação é definida pelos sintomas clínicos subjetivos, nossas
sensações, cujos sintomas exprimem o estado no qual nos sentimos. Pode-
se sentir cansaço, falta de energia ou o contrário, como bem estar e saúde,
mas é importante frisar que esses sintomas são dados como subjetivos. Eu
diria que a organização vital é a vitalidade da pessoa, é o que dá a aparência
se a pessoa está bem ou não.

Voltando ao Sleigh, ele complementa que o hábito de viver juntos une
as forças vitais do casal e isso acontece com maior intensidade no ato
sexual. Fazer sexo é compartilhar com o outro parte de sua organização vital.
Ele traz a reflexão dos malefícios do sexo casual, trazendo danos a
organização vital dependendo de quem você está se tendo relação sexual.
Quando a organização vital perde sua integridade por consequência disso,
pode afetar sua capacidade de pensar, na sua habilidade de exercer sua
vontade, e também debilitar o fluxo do sentir.

Já o sexo no casamento, Burkhard diz no livro “Homem-mulher: a
integração como caminho de desenvolvimento, da importância do respeito e
do diálogo aberto quando um não quer ter relação. Isso refere-se ao respeito
do limite do outro, sem anular o que o outro quer.
Eu ainda adiciono a importância do diálogo frente as necessidades
individuais e de ajudar o parceiro a identificar pontos no corpo fontes de

prazer. Essas conversas podem ser além de informacionais, uma
oportunidade de troca e alegria e de intimizar a relação.
A Antroposofia é uma ciência ampla e linda e espero contribuir com a
propagação no meio da Psicologia!
Um beijo, Patricia Figueiredo

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