A diferença de se relacionar entre o homem e mulher

A diferença de se relacionar entre o homem e mulher

Por: Psicóloga Patricia Figueiredo- CRP 06/96792

Olá! Neste artigo vou falar da diferença de amar e de se relacionar entre o homem e a mulher.

Urieli em seu livro “Male and Female: developing human empathy” traz que o amor do homem é mais embasado no desejo, por querer possuir a sua mulher, enquanto que o da mulher está mais embasado na imaginação. Isso quer dizer que a mulher combina amor e a imagem idealizada, ou seja, com a imagem de como seu homem irá se tornar um dia. Por isso que a grande maioria das mulheres tem a ilusão de que pode mudar seu companheiro. E isso é muito
comum, não é verdade? Quantas mulheres já ouvimos falar isso? Inúmeras!

Urieli traz outro dado interessante que o homem sabe a direção para chegar a um objetivo. Já a mulher sabe todos os passos para atingir esse objetivo. Em outras palavras, enquanto o homem abre o caminho, a mulher abre as portas. Isso se revela no palco do relacionamento entre o homem e a mulher. A mulher sabe como chegar lá devido a sua grande conexão cósmica com o universo. Ela tem mais facilidade de transcender seu ego e conectar-se com sua sabedoria. A mulher doa seu corpo por mais de 9 meses para gestar uma criança. Após o nascimento, ela precisa dessa conexão para cuidar e sentir as necessidades de seu bebê. Um exemplo disso, é o que acontece com a maioria das mães, que acorda segundos antes de seu bebê , já ouviram ou vivenciaram isso? Não é a toa
que a mulher pode engravidar e amamentar. O universo sabe o que faz.

Ao citar esse grande autor antroposófico, vale trazer aqui algumas reflexões. O desafio do homem nas relações é entrar cada vez mais em contato com seus sentimentos, e poder expressá-los, pois assim aumenta a intimidade do
casal. E para a mulher, é relacionar-se com o homem real e não esperar que o homem ideal irá aparecer, porque isso é uma expectativa gerada pela própria mulher. E expectativas são grandes possibilidades de serem frustradas.

Espero que tenham gostado. Fico curiosa de saber se vocês tiveram outras reflexões. Quem quiser, pode comentar para aprofundarmos esse artigo!

Fico a disposição, Patricia Figueiredo.

 

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